
Depois de um período de recesso escolar, mais precisamente o recesso junino, eis que me vejo de volta às salas de aulas. É um retorno meio preguiçoso das duas partes: alunos e professores (incluirei aqui vários de meus colegas). Após quinze abençoados dias sem nada (???) para fazer, afinal, tive que retornar, porque tudo o que é bom, dura pouco... Então, aqui estou eu, mais uma vez, para relatar alguma história de professora e alunos.
Chego eu numa manhã fria e preguiçosa de terça-feira a fim de dar prosseguimento ao que foi iniciado antes dos abençoados dias. Imagine aí, você, uma turma de adolescentes e duas aulas de assuntos gramaticais pós dias de ócio... lá fui eu, mas admito que me faltava um pouquinho de coragem também! Como é comum a conversa descontraída para quebrar o gelo, começamos a falar sobre festas. E festa lembra muita gente, “bebida”... E foi sobre bebida que a conversa começou. Menino é assim: é amigo do outro, até que um seja alvo de alguma resenha do outro. A amizade e o coleguismo acabam aí. E voltando ao assunto bebida, os meninos começaram a falar quem bebe, quem bebe moderadamente, quem bebe regularmente, quem não tem controle sobre o que bebe. Pasmei! Meninos que ainda não largaram os cueiros estão bebendo ao ponto de ficar largado num banco de praça! Mas não posso dizer o nome. Não insista!!! Se fosse no meu tempo... Mas os anos passam, esses meninos vão ficando evoluídos...
Para não correr o risco de citar nomes, encerro por aqui. Vale ressaltar que a aula foi bem lenta, como devem ser as aulas de Língua Portuguesa!!!

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